smolagents usa código como ação — e exige escolher o executor
A flexibilidade de loops e composição de ferramentas precisa acompanhar uma decisão explícita sobre permissões.
CodeAgent, no smolagents, pode emitir código que combina ferramentas, condições e repetições, em vez de representar cada chamada numa mensagem estruturada separada. Isso muda o que o executor recebe para rodar. É a arquitetura descrita na documentação, sem anúncio de lançamento aqui.
A diferença interessa quando o trabalho exige compor operações. Em vez de representar toda decisão como uma chamada isolada, o código pode organizar uma sequência. O projeto também oferece ToolCallingAgent para outro estilo de interação, sem exigir que toda aplicação adote a mesma forma de ação.
A escolha central passa pelo executor. A documentação apresenta opções de execução e ambientes isolados, mas código gerado não se torna seguro apenas porque veio de um framework conhecido. Acesso a arquivos, rede e credenciais continua dependendo do ambiente e das permissões concedidas.
Defina as operações antes de escolher o executor e confira tarefas representativas e falhas de ferramenta dentro desse limite. O código gerado roda com o acesso a arquivos, rede e credenciais fornecido pelo ambiente. A decisão de implementação que resta é qual opção permite a composição necessária sem colocar recursos alheios à tarefa ao alcance da execução.